QUEM SOMOS

Nossa história

Tudo começou em Janeiro de 2011 quando uma forte chuva provocou o alagamento do complexo da antiga Estação Ferroviária da Cia. Paulista de Estradas de Ferro de Valinhos, onde atualmente funciona o Museu e Acervo Municipal “Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto”, e também a destruição de parte da calha do Ribeirão Pinheiros às margens da Avenida dos Imigrantes. Naquele momento, os encontros mensais do Clube de Carros Antigos de Valinhos precisaram ser transferidos para o CACC – Centro de Artes Cultura e Comércio Adoniran Barbosa.

Em maio de 2013, em comemoração à “Semana de Museus”, foi montada uma exposição de antiguidades e painéis contando a história da ferrovia por membros do Clube dos Carros Antigos de Valinhos. Em 2014 o evento foi repetido, dentro da 12ª Semana Nacional de Museus, promovida e fomentada pelo IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus) em nível nacional, e pela Secretaria de Cultura e Turismo na cidade de Valinhos. Em Agosto do mesmo ano ocorreu o lançamento do Projeto “Os 60 anos de imagens de Haroldo Pazinatto” que resgatou e marcou a história iconográfica Valinhense do século XX.

A partir destas iniciativas os amigos, Sérgio Leandro Ferrari e Marcel Trombetta Pazinatto perceberam que tinham uma idéia em comum: montar um grupo com foco na pesquisa e preservação histórica de Valinhos. Participaram ainda deste grupo os amigos Luiz Paulo e Carlos Zanivan, Mauro Baldin, Alessandro e Gislaine Becchi, que são colecionadores de relíquias e antiguidades.

O grupo foi se reunindo e debatendo idéias, promovendo encontros para que pudessem atuar na preservação da história da cidade de Valinhos, bem como nos seus acervos próprios, considerando também prédios e bens históricos importantes da cidade.

Em agosto de 2014, o grupo iniciou o processo de registro da associação para formalização jurídica, tendo como atividades a serem desenvolvidas: pesquisas nos relatórios da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, pesquisas nos arquivos da Gazeta de Campinas e nos arquivos do jornal Estado de São Paulo, bem como registro fotográfico de edifícios antigos demolidos, além de promover exposições de objetos, antiguidades e fotografias.

Em dezembro do mesmo ano a entidade recebeu novos integrantes que de alguma forma também possuem algum vínculo com a história da cidade, e que ajudaram a compor partes da diretoria e conselhos, são eles, Dalmírio Djalma do Amaral, José Eulalio, Dino Celani, Dalmace Neto, Vitor Canale, André Betti, Sergio Ferrari e Francisco Ferraro.

A Associação tem como missão contribuir para a preservação da história, memória e identidade da cidade de Valinhos, desenvolvendo atividades sociais e educacionais, de pesquisa e filantropia, através de exposições de longa duração, temporárias e itinerantes. As atividades serão desenvolvidas para a comunidade em geral, podendo relacionar-se com colecionadores e entidades de classe e até órgãos governamentais de preservação do patrimônio histórico, arquitetônico e cultural como, CONDEPHAAT/SP, IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e IBRAM.

Tudo isso certamente facilitará a atração de investimentos para a preservação do patrimônio cultural da cidade de Valinhos.

A associação atua de forma voluntária e estará sempre de portas abertas para receber novos associados voluntários.

Somos um grupo de pessoas com os seguintes objetivos:

- Reunir pessoas de forma organizada que tenham o interesse na preservação do patrimônio e história de Valinhos;
- Incentivar a pesquisa histórica relacionada ao Município de Valinhos;
- Divulgar a História do Município de Valinhos;
- Fomentar o colecionismo de antiguidades e obras de arte;
- Buscar valorização dos locais de relevância histórica e arquitetônica no município de Valinhos;

Interfaces de atuação:

- Secretaria da Cultura
- Secretaria da Educação
- Condephaat
- Iphan
- Universidades
- Instituições particulares de preservação
- Museus
- Historiadores
- Empresas
- Meios de comunicação
- Proprietários de imóveis de valor histórico

Diretoria 2018/2022

Presidente
Marcel Trombetta Pazinatto
Vice-Presidente
Luiz Paulo Ferrari Zanivan
Secretário
Sergio Ferrari
Tesoureiro
Ricieri Mauro Baldin
Diretor Cultural
Carlos Alberto Zanivan
Diretor Social
José Roberto Eulálio
Diretor Patrimonial
André Luiz Polli
Diretor Administrativo
Francisco Rodrigo Ferraro
Diretor Técnico
Sergio Leandro Ferrari
Presidente do Conselho Fiscal
Dalmírio Djalma do Amaral
Vice-Presidente do Conselho Fiscal
Segismundo Romano José Celani
Secretário do Conselho Fiscal
Adhemar Silveira Junior
Presidente do Conselho Deliberativo
Genivaldo de Amorim
Vice-Presidente do Conselho Deliberativo
Juliana Rita Fleitas
Secretário do Conselho Deliberativo
André Betti

Associados

Dalmace Capell Neto
Flávio Ferrari Zanivan
Francine Tiberio
Glasiely Virgilio Silva
João Pedro Pazinatto Arake
Maria José Tordin
Nelson Briotto
Pedro Luiz Stevolo
Rafael de Camargo Bertoli
Tamy Aoki
Ulisses do Porto Salvador
Vanderlei Bergamasco
Vera Lúcia Franke

Logo

A sigla APHV são as iniciais de Associação de Preservação Histórica de Valinhos e foi utilizada uma fonte ferroviária com o objetivo de homenagear a antiga empresa Cia. Paulista de Estradas de Ferro. A Companhia Paulista de Estradas de Ferro ficou conhecida pelo seu alto padrão de qualidade, excelência no atendimento ao público e nas suas implantações tecnológicas, sendo a primeira ferrovia brasileira que utilizou o sistema elétrico de catenárias para a tração das locomotivas.

A figura central representa o local onde foram realizadas a fundação e os primeiros trabalhos da APHV. A edificação representa as antigas estações da Cia. Paulista de Estradas de Ferro e Fepasa. Atualmente, este edifício abriga o Museu Municipal Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto. Seu projeto arquitetônico é atribuído ao engenheiro D. M. Barch Filho que elaborou duas propostas em 1912 para a estação.
Além do projeto construído, existia uma opção de um prédio com uma torre central que não foi executado pelo custo da obra. A inauguração em 1913 fez parte de um plano de expansão da estrutura ferroviária da Companhia Paulista de Estradas de Ferro que incluiu a duplicação da linha de Jundiaí até Campinas. Nos anos 90, após suspensão do tráfego de passageiros, a estação passou por uma restauração dando origem ao Museu Municipal.

Este foi o ano de fundação da Associação de Preservação Histórica de Valinhos, que ocorreu no dia 27 de Agosto de 2014.


O roxo simboliza o figo roxo de Valinhos. O “Fícus Carica SP” não é uma fruta e sim um conjunto de flores minúsculas que não desabrocham por falta de fecundação. Valinhos detém a maior produção de figo roxo no Brasil que são distribuídos para mercados e exportados para diversos países.


O amarelo simboliza o otimismo, criatividade, jovialidade e alegria. É a base do dourado, que simboliza prosperidade, energia e otimismo. Esta cor também simboliza a fruta Goiaba, esta na qual vem ganhando espaço ano após ano na produção e vendas em Valinhos.